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Diseñando el Futuro desde el Futuro

domingo, 9 de julio de 2017

Meias Palavras

Antes de iniciar é necessário responder algumas perguntas:
  • Como você acordou? Utilizou um despertador?
  • Como preparou seu café? Usou uma cafeteira? O leite estava na geladeira?
  • Leu seu jornal? Assistiu as notícias no rádio ou na TV?
  • Como foi para a escola? Observou a sinalização no caminho?
  • Como foi sua aula? Leu um texto? Usou um computador? Assistiu um vídeo? Ouviu uma música? Dançou?
  • Como teve acesso a estas informações? Usou alguma mídia? Alguma tecnologia? Qual?
Tecnologia: Do grego tekhno– (de tékhné, ‘arte’,) e -logía (de lógos, ou ‘linguagem, proposição’)

Mídia: Literalmente “mídia” é o plural da palavra “meio”, cujos correspondentes em latim são “media” e “medium“, respectivamente.

Então, a linguagem usada por si só já constituiu um instrumento de interação entre o pensamento humano e o seu meio de interação (Bueno 2007). Essa comunicação pode ocorrer de duas maneiras, a primeira de modo direto e a segunda pode ser mediada por outros instrumentos e artefatos (comum na vida cotidiana como as tecnologias, pra fazer as tocas com os outros).

As comunicações no cotidiano são formadas por signos orais ou textuais, gráficos, imagéticos, sonoros, entre outros. Para Santaella (2007) som mais que isso, som ciclos culturais (na oralidade, escrita, impressão, massificação, ciber) com características próprias como inovativa, transformativa, convergente, multimodal, global, em rede, móvel, apropriativa, participativa, colaborativa, diversificada, domesticada, geracional e desigual. As mídias permitem a contribuição para que os usuários (como fala Santaella ob sit) ou “atores” [como fala Sulina (2009) y Ficher (2007)] ampliem as possibilidades de expressão e difusão com o mundo.

Agora bem, utilizamos as mídias na aula para o que? Ampliar o excesso e o acumulo de informações aos factos, novos modos de vida (privada e pública), como compreender as diferenças (do mundo) que cada dia tem mais centralidade no corpo e da sexualidade, na cultura das grandes mídias (só tem que assistir o jornal na TV e olhar que tudo pode ser consumido, até as pessoas). O que fazem os grandes governos para melhorar tudo isto? O que os responsáveis pela educação podem fazer?

Porém, Bueno (2007) traz um fato importante “as relações entre mídia e educação sem pensar em lutas de poder, em estratégias de controle globalizadas, em batalhas pelo controle das grandes redes de comunicação e, ao mesmo tempo, em lutas de grupos e indivíduos para terem acesso e participação quanto à informação e ao direito de voz e de expressão” (p.4) fato que os filmesFreeNet ou Algoritmo tem presentes em sua narrativa, e que trazem o nascimento dos grupos que luta contra as grandes mídias, o que muitos brasileiros chamam como Mídias Ninjas para ressaltar as “Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação”, o que Pretto (2013) afirma que agora “Tudo é mostrado e visto, em quase todo o planeta, quase que ao mesmo tempo” (p. 51). Mas isso pode ser usado em sala de aula do século XXI?



Além das polêmicas do cotidiano, é preciso discutir o que trazem estas para que os atores troquemas massagens e sejam vírus ou Trending Topics nas mídias ou aplicativos? (Exemplo de Trendindg Topics no e-jornal mundial NewsMap). Para mim, tem que ter emoção, um fato que as mídias trazem no cotidiano com suas grandes publicações ou primeiro plano. O que merece ser analisado para ter uma contextualização da realidade e fazer as análises das realidades. O que Pretto (2013) reflexiona que alguns “elementos de uma nova sociedade e de um novo ser humano que vem sendo gestado nesse processo de transformação e que convive, simultaneamente, com esses mundos distintos” (p.74) não é que o melhor para os avanços da sociedade, todavia as mídias são determinantes para o futuro?




Referencias





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